Soube pela mídia, que caíram as vendas da Feira do Livro de Porto Alegre nesse ano de 2009. Acho que além do tempo quente e chuvoso, ajudaram nessa queda de vendas e acesso de pessoas à Feira, o fato da falta de criatividade por parte da sua organização, assim como, a não modernização do conjunto em sí do espaço da mesma. Com exceção do quiosque de informações localizado no centro da praça da Alfândega, haviam locais sem muita vida ou vontade de estar alí, como expositores, localizados em alamedas mortas e abandonados à própria sorte, tendo-se a nítida impressão que o objetivo de nossa feira é extritamente comercial, esquecendo-se sua organização das questões de ordem cultural e social atinentes à literatura. Eu não sei de pronto o que se deve mudar alí na Feira, mas sei que se deve mudar urgentemente alguma coisa, para torná-la mais atrativa, distribuída e diversificada no seu holl de atrações, que afinal, em síntese, deveria ser a sua grande finalidade. Perdoem-me se eu estiver equivocado por perceber essa leitura, desse tão consagrado evento em nossa cidade .
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Convite para sessão de autógrafos
Convido a todos os meus queridos amigos para a sessão de autógrafos de meu livro "Fé na Estrada", que acontecerá no dia 14 de novembro, às 19h:30min, na Feira do Livro de Porto Alegre. Aproveito também, para agradecer a todos que tem me incentivado em mais essa loucura!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Sìndrome da Alienação Parental
Já não era sem tempo, essa nova visão do Judiciário em considerar CRIME, as maldades perpetradas pelos pais contra seus próprios filhos. A medida está sendo tomada para que filhos não continuem sendo vítimados pelo engodo cruel de maus pais. Esperamos que esses algozes pensem duas vezes antes de enganarem seus filhos com relação ao descaso e abandono, via de regra, do pai, a partir da promulgação da nova lei.
"Está tramitando no congresso nacional o Projeto de Lei 4053/2008 que ajuda a protejer as crianças e adolescentes de serem vítimas da Alienação Parental."
Isso me traz uma grande conforto e paz de espírito, pois eu e minha filha, e todos os seus parentes paternos, assim como vários pais e filhos que já estão se manifestando por aí, somos vítimas desse proceder desumano.
"Está tramitando no congresso nacional o Projeto de Lei 4053/2008 que ajuda a protejer as crianças e adolescentes de serem vítimas da Alienação Parental."
Isso me traz uma grande conforto e paz de espírito, pois eu e minha filha, e todos os seus parentes paternos, assim como vários pais e filhos que já estão se manifestando por aí, somos vítimas desse proceder desumano.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Tinhosa
Lily Allen, está "a terrível" nesse clip vingativo Smile. Bom pra mulherada ver, rir e tirar o recalque por amores não-correspondidos!!!
Gostei mais desse clipe porque ela tá mais underground do que nos outros que eu ví, onde ela fazia o tipo garotinha burguesa. Vamo vê se vai rolar essa Lily...
Gostei mais desse clipe porque ela tá mais underground do que nos outros que eu ví, onde ela fazia o tipo garotinha burguesa. Vamo vê se vai rolar essa Lily...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
Fé na Estrada - Saravá!
...haveria de passar muito tempo para que finalmente eu interpretasse aquele fato iniciático que ocorrera comigo no meu quase transe ritmístico em meu quarto. O que concluo hoje é que exploramos apenas poucas possibilidades de nossa capacidade mental e uma delas se dá em relação aos ritmos. O ritmo move as pessoas, eles nos enlevam a ponto de entrarmos num outro padrão de comportamento e entendimento das coisas, assim tipo uma outra esfera do conhecimento. Alguns ritmos com compassos mais expressivos levam a pessoa a mover-se, acompanhá-los com o pé, mão, corpo e isso às vezes, até um tanto instintivamente, sem a anuência de nosso raciocínio. Talvez alguns ritmos induzam o cérebro a voltar a recônditos e reminiscências de nosso ser, nessa ou noutra vida, no presente ou no passado, próximo ou remoto e por isso, nesses momentos, parecermos estar no papel de coadjuvantes da nossa própria realidade. Algo assim aconteceu naquela faísca de tempo em meu quarto, enquanto eu tamborilava aquele ritmo insistente e cantava naquele dialeto desconhecido e antigo...(Extraído do conto "Saravá" do livro Fé na Estrada)
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